“Minisérie” sobre a influência do design da BCC

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PENSO, LOGO… LEIO. (2)

Olá pessoal!

Dessa vez tenho em mãos dois livros para fazer uma resenha para vocês ao longo do tempo. (Me cobrem!)

livro

O livro verde chama-se “O Melhor do Design Brasileiro.” que foi feito pela Associação Objeto brasil, onde atualmente é o segmento de Premio Idea/Brasil.  Comprei num sebo, tinha alguns exemplares dele de anos diferentes! Peguei o mais atual que tinha, de 2009.

Me interessei nele devido ao fato de que quase não falamos sobre as coisas brasileiras, seja ela em qual for a área! No curso há essa falha, não temos uma matéria dedicada ao assunto.

Já o outro livro, “Projeto de Produto”, de Mike Baxter, diretor do Design Research Centre.

Este é mais voltado para o desenho industrial e a engenharia do projeto do que com a arquitetura e o artesanato do projeto. Ou seja, é uma guia técnico de como ser bem sucedido em projetos de produto!

Esse foi comprado em uma livraria mesmo (Um pouco carinho), não resisti quando vi um livro específico sobre produto! Sempre vejo design em geral, mas este foi o primeiro que vi sobre produto.

Tipografia no Brasil

Entre os países da América Latina, o Brasil tem um lugar de destaque nas áreas de design gráfico e da tipografia.

A tipografia está relacionada aos tipos de letras (fontes) que já conhecemos e também a criação de novas letras. Ela engloba a organização, estilo e aparência.

Até meados da década de 80 o Brasil não tinha grande tradição e nem uma base histórica sólida na tipografia, porém com a possibilidade de criação de tipografias digitalmente muita coisa mudou.

A revista Publicittà é a primeira revista brasileira onde os tipógrafos estão no poder. Uma revista onde a forma é o conteúdo. Onde o próprio autor de um artigo é o responsável pela sua concepção visual. E um dos tipógrafos citados é o Claudio Reston.

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Claudio, é carioca, tem 41 anos e estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 Artista tipográfico, designer e sócio-diretor da Visorama Diversões Eletrônicas, onde dirigiu filmes e campanhas publicitárias para clientes como Coca-Cola, Nike, Banco do Brasil, Oi, Nickelodeon, MTV, entre outros.

Tudo é feito manualmente por ele, que produz moldes e vai testando sua própria arte até a execução final e seus temas são inspirados no cotidiano como “O prazo é apertado e a verba é curta”.

 

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(Copos “to go” do House Of Food, em São Paulo.)

 

FONTES:
http://followthecolours.com.br/art-attack/10-designers-brasileiros-que-criam-incriveis-letterings-feitos-a-mao/
http://www.tipografos.net/brasil/
http://socialmedianews.com.br/2012/09/producao-tipografica-3/
http://www.revistapublicitta.com.br/acao/news/claudio-reston-no-artrua/
+ Google Imagens

 

Estudo sobre a fadiga

Estava fazendo um trabalho para a faculdade sobre a fadiga e como lidam com ela nos projetos produzidos por designer, engenheiros e arquitetos.

Nós nem notamos a sua importância pois atualmente ela é levada em consideração em todos os projetos que são feitos. Mas veja que curioso como as coisas eram antes da “descoberta” da fadiga:

Estudo da Fadiga nos Materiais

Fadiga em Aviões

O aço comercial AISI 4340 é amplamente utilizado na indústria aeronáutica e espacial por combinarem resistência e tenacidade, podendo trabalhar nos mais variados tipos e níveis de solicitações.

Em geral os produtos são feitos para suportar esforços abaixo do limite elástico fazendo dezenas de estudos e testes para que o produto não apresente qualquer problema, principalmente em aviões, devido ao fato de ser um produto de alto custo. Mesmo assim, ao longo do tempo, pode vir a surgir falhas devido a fadiga.

A fadiga é um processo físico, decorrente de esforços repetitivos no material, seja ele qual for.

O estudo da fadiga e da corrosão em aviões deu-se importância quando esta começou a provocar acidentes.

A durabilidade da estrutura da aeronave é um fator fundamental para se estabelecer a sua vida útil, pois elas sofrem as consequências das pressões atmosféricas, intempéries, pressurização da própria aeronave, turbulências e afins.

O De Havilland Comet, ou simplesmente Comet, de origem inglesa, foi o primeiro avião comercial propulsionado por motores a jato fabricado no mundo começou a operar em 1952.

Foi um grande sucesso, pois voava com o dobro da velocidade dos seus concorrentes da época

Entretanto, em 2 de maio de 1953, exatamente um ano após o início dos voos regulares com os Comet, a aeronave da BOAC de prefixo G-ALYV, decolou de Calcutá, Índia e explodiu, sem aviso, sobre o mar. Após breve investigação, os Comets continuaram a voar e de fato o fizeram, sem maiores complicações por oito meses, até o dia 10 de janeiro de 1954, inesperadamente, o Comet G-ALYP, que havia decolado de Roma se desintegrou enquanto sobrevoava o mar, perto da Ilha de Elba, matando seus trinta e cinco ocupantes.

 

Após o início destes estudos foi notado mudanças deviam ser feitas nas aeronaves para diminuir as tenções acumuladas, diminuindo consequentemente a fadiga do material, pois estavam ocorrendo rupturas brutas do material por fadiga mecânica, devido à concentração de tensões em cantos vivos na fuselagem do avião, diminuindo consequentemente a fadiga do material, além de ser reprojetada para suportar danos externos sem danificar a parte interna, até um certo ponto é claro.

Outro caso de fadiga em 28 de abril de 1988, o Boeing 737 da Aloha Airlines decolou do aeroporto da cidade de Hilo

Assim que o avião, com dezenove anos de uso, nivelou a 7 000 metros, a altitude prevista de voo, ouviu-se um forte estrondo e, subitamente, o teto da primeira classe desapareceu no ar deixando um rombo de 6 metros na fuselagem acima e ao lado da fileira de assentos.

A investigação apontou que a causa do acidente foi uma combinação de corrosão e fadiga das partes mecânicas da aeronave, que tinha 19 anos de uso e mais de 89 mil voos registrados.

Ainda assim, com todos os estudos sobre o assunto, ainda há de acontecer falhas prematuras, fora do previsto. Estas ocorrem geralmente por carga excessiva, ultrapassagem de limites operacionais de velocidade ou manobra e operação em condições não previstas pelos fabricantes, mas podem ocorrer também em condições normais de voo, por erro dos projetistas ou por deficiências de material.

 

Fontes:

http://inspecaoequipto.blogspot.com.br/2014/02/caso-060-avioes-comet-falhas-por-fadiga.html

youtube.com/watch?v=KLYKBbfSwH0#t=22

http://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/21361/21361_3.PDF

http://culturaaeronautica.blogspot.com.br/2011/10/quanto-tempo-dura-um-aviao-comercial.html