Living on a Dollar a Day – Comentário

Um professor meu veio com a proposta de assistir este documentário e estabelecer relação entre as necessidades básicas, ergonômicas e sua aplicação.

Assim o fiz.

(O documentário completo pode ser visto no Netflix)

E assim o decidir compartilhar;

Chris e Zach mostraram a gritante diferença entre a maneira em que eles cresceram e viveram e das pessoas que moram na Guatemala. Nos mostrando que esta realidade de viver com quase nada (living on one dollar day), é mais “palpável” do que imaginamos.

Assim, juntamente com mais dois amigos cinegrafistas, viajaram para sentir na pele esta realidade. Conhecer as pessoas, o que fazem, seus costumes, o mercado local, a maneira de se trabalhar, as dificuldades e afins.

Mas também mostraram uma  das melhores partes de um ser humano; como disseram sobre um de seus vizinhos na breve estadia por lá “eles  tem tão pouco, mas estão dispostos a dar tanto.

Apesar de toda dificuldade, este povo mostra que pode se adaptar a qualquer situação. Seja ela confortável ou não, as pessoas deixam muitas coisas de lado para batalhar. O que bota as questões ergonômicas um pouco em risco.  O que é a ergonomia e os seus confortos para uma família que dorme com 8 pessoas em um único cômodo pequeno?

Esse parâmetros são diferente para cada região, sua aplicação vai ser realizada dependendo da necessidade e claro, dentro das possibilidades que estas tem de aplicá-las. Nossas necessidades (brasileiras) são ter uma casa com um bom sofá e uma TV; para as pessoas a baixo da linha da pobreza, as necessidades são comprar comida e dar estudo aos filhos.

Então, o que é ergonomicamente necessário na sua vida?

Tipografia no Brasil

Entre os países da América Latina, o Brasil tem um lugar de destaque nas áreas de design gráfico e da tipografia.

A tipografia está relacionada aos tipos de letras (fontes) que já conhecemos e também a criação de novas letras. Ela engloba a organização, estilo e aparência.

Até meados da década de 80 o Brasil não tinha grande tradição e nem uma base histórica sólida na tipografia, porém com a possibilidade de criação de tipografias digitalmente muita coisa mudou.

A revista Publicittà é a primeira revista brasileira onde os tipógrafos estão no poder. Uma revista onde a forma é o conteúdo. Onde o próprio autor de um artigo é o responsável pela sua concepção visual. E um dos tipógrafos citados é o Claudio Reston.

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Claudio, é carioca, tem 41 anos e estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 Artista tipográfico, designer e sócio-diretor da Visorama Diversões Eletrônicas, onde dirigiu filmes e campanhas publicitárias para clientes como Coca-Cola, Nike, Banco do Brasil, Oi, Nickelodeon, MTV, entre outros.

Tudo é feito manualmente por ele, que produz moldes e vai testando sua própria arte até a execução final e seus temas são inspirados no cotidiano como “O prazo é apertado e a verba é curta”.

 

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(Copos “to go” do House Of Food, em São Paulo.)

 

FONTES:
http://followthecolours.com.br/art-attack/10-designers-brasileiros-que-criam-incriveis-letterings-feitos-a-mao/
http://www.tipografos.net/brasil/
http://socialmedianews.com.br/2012/09/producao-tipografica-3/
http://www.revistapublicitta.com.br/acao/news/claudio-reston-no-artrua/
+ Google Imagens