Living on a Dollar a Day – Comentário

Um professor meu veio com a proposta de assistir este documentário e estabelecer relação entre as necessidades básicas, ergonômicas e sua aplicação.

Assim o fiz.

E assim o decidir compartilhar;

Chris e Zach mostraram a gritante diferença entre a maneira em que eles cresceram e viveram e das pessoas que moram na Guatemala. Nos mostrando que esta realidade de viver com quase nada (living on one dollar day), é mais “palpável” do que imaginamos.

Assim, juntamente com mais dois amigos cinegrafistas, viajaram para sentir na pele esta realidade. Conhecer as pessoas, o que fazem, seus costumes, o mercado local, a maneira de se trabalhar, as dificuldades e afins.

Mas também mostraram uma  das melhores partes de um ser humano; como disseram sobre um de seus vizinhos na breve estadia por lá “eles  tem tão pouco, mas estão dispostos a dar tanto.

Apesar de toda dificuldade, este povo mostra que pode se adaptar a qualquer situação. Seja ela confortável ou não, as pessoas deixam muitas coisas de lado para batalhar. O que bota as questões ergonômicas um pouco em risco.  O que é a ergonomia e os seus confortos para uma família que dorme com 8 pessoas em um único cômodo pequeno?

Esse parâmetros são diferente para cada região, sua aplicação vai ser realizada dependendo da necessidade e claro, dentro das possibilidades que estas tem de aplicá-las. Nossas necessidades (brasileiras) são ter uma casa com um bom sofá e uma TV; para as pessoas a baixo da linha da pobreza, as necessidades são comprar comida e dar estudo aos filhos.

Então, o que é ergonomicamente necessário na sua vida?

Tipografia no Brasil

Entre os países da América Latina, o Brasil tem um lugar de destaque nas áreas de design gráfico e da tipografia.

A tipografia está relacionada aos tipos de letras (fontes) que já conhecemos e também a criação de novas letras. Ela engloba a organização, estilo e aparência.

Até meados da década de 80 o Brasil não tinha grande tradição e nem uma base histórica sólida na tipografia, porém com a possibilidade de criação de tipografias digitalmente muita coisa mudou.

A revista Publicittà é a primeira revista brasileira onde os tipógrafos estão no poder. Uma revista onde a forma é o conteúdo. Onde o próprio autor de um artigo é o responsável pela sua concepção visual. E um dos tipógrafos citados é o Claudio Reston.

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Claudio, é carioca, tem 41 anos e estudou na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 Artista tipográfico, designer e sócio-diretor da Visorama Diversões Eletrônicas, onde dirigiu filmes e campanhas publicitárias para clientes como Coca-Cola, Nike, Banco do Brasil, Oi, Nickelodeon, MTV, entre outros.

Tudo é feito manualmente por ele, que produz moldes e vai testando sua própria arte até a execução final e seus temas são inspirados no cotidiano como “O prazo é apertado e a verba é curta”.

 

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(Copos “to go” do House Of Food, em São Paulo.)

 

FONTES:
http://followthecolours.com.br/art-attack/10-designers-brasileiros-que-criam-incriveis-letterings-feitos-a-mao/
http://www.tipografos.net/brasil/
http://socialmedianews.com.br/2012/09/producao-tipografica-3/
http://www.revistapublicitta.com.br/acao/news/claudio-reston-no-artrua/
+ Google Imagens

 

Estudo sobre a fadiga

Estava fazendo um trabalho para a faculdade sobre a fadiga e como lidam com ela nos projetos produzidos por designer, engenheiros e arquitetos.

Nós nem notamos a sua importância pois atualmente ela é levada em consideração em todos os projetos que são feitos. Mas veja que curioso como as coisas eram antes da “descoberta” da fadiga:

Estudo da Fadiga nos Materiais

Fadiga em Aviões

O aço comercial AISI 4340 é amplamente utilizado na indústria aeronáutica e espacial por combinarem resistência e tenacidade, podendo trabalhar nos mais variados tipos e níveis de solicitações.

Em geral os produtos são feitos para suportar esforços abaixo do limite elástico fazendo dezenas de estudos e testes para que o produto não apresente qualquer problema, principalmente em aviões, devido ao fato de ser um produto de alto custo. Mesmo assim, ao longo do tempo, pode vir a surgir falhas devido a fadiga.

A fadiga é um processo físico, decorrente de esforços repetitivos no material, seja ele qual for.

O estudo da fadiga e da corrosão em aviões deu-se importância quando esta começou a provocar acidentes.

A durabilidade da estrutura da aeronave é um fator fundamental para se estabelecer a sua vida útil, pois elas sofrem as consequências das pressões atmosféricas, intempéries, pressurização da própria aeronave, turbulências e afins.

O De Havilland Comet, ou simplesmente Comet, de origem inglesa, foi o primeiro avião comercial propulsionado por motores a jato fabricado no mundo começou a operar em 1952.

Foi um grande sucesso, pois voava com o dobro da velocidade dos seus concorrentes da época

Entretanto, em 2 de maio de 1953, exatamente um ano após o início dos voos regulares com os Comet, a aeronave da BOAC de prefixo G-ALYV, decolou de Calcutá, Índia e explodiu, sem aviso, sobre o mar. Após breve investigação, os Comets continuaram a voar e de fato o fizeram, sem maiores complicações por oito meses, até o dia 10 de janeiro de 1954, inesperadamente, o Comet G-ALYP, que havia decolado de Roma se desintegrou enquanto sobrevoava o mar, perto da Ilha de Elba, matando seus trinta e cinco ocupantes.

 

Após o início destes estudos foi notado mudanças deviam ser feitas nas aeronaves para diminuir as tenções acumuladas, diminuindo consequentemente a fadiga do material, pois estavam ocorrendo rupturas brutas do material por fadiga mecânica, devido à concentração de tensões em cantos vivos na fuselagem do avião, diminuindo consequentemente a fadiga do material, além de ser reprojetada para suportar danos externos sem danificar a parte interna, até um certo ponto é claro.

Outro caso de fadiga em 28 de abril de 1988, o Boeing 737 da Aloha Airlines decolou do aeroporto da cidade de Hilo

Assim que o avião, com dezenove anos de uso, nivelou a 7 000 metros, a altitude prevista de voo, ouviu-se um forte estrondo e, subitamente, o teto da primeira classe desapareceu no ar deixando um rombo de 6 metros na fuselagem acima e ao lado da fileira de assentos.

A investigação apontou que a causa do acidente foi uma combinação de corrosão e fadiga das partes mecânicas da aeronave, que tinha 19 anos de uso e mais de 89 mil voos registrados.

Ainda assim, com todos os estudos sobre o assunto, ainda há de acontecer falhas prematuras, fora do previsto. Estas ocorrem geralmente por carga excessiva, ultrapassagem de limites operacionais de velocidade ou manobra e operação em condições não previstas pelos fabricantes, mas podem ocorrer também em condições normais de voo, por erro dos projetistas ou por deficiências de material.

 

Fontes:

http://inspecaoequipto.blogspot.com.br/2014/02/caso-060-avioes-comet-falhas-por-fadiga.html

youtube.com/watch?v=KLYKBbfSwH0#t=22

http://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/21361/21361_3.PDF

http://culturaaeronautica.blogspot.com.br/2011/10/quanto-tempo-dura-um-aviao-comercial.html