PENSO, LOGO… LEIO. (2)

Olá pessoal!

Dessa vez tenho em mãos dois livros para fazer uma resenha para vocês ao longo do tempo. (Me cobrem!)

livro

O livro verde chama-se “O Melhor do Design Brasileiro.” que foi feito pela Associação Objeto brasil, onde atualmente é o segmento de Premio Idea/Brasil.  Comprei num sebo, tinha alguns exemplares dele de anos diferentes! Peguei o mais atual que tinha, de 2009.

Me interessei nele devido ao fato de que quase não falamos sobre as coisas brasileiras, seja ela em qual for a área! No curso há essa falha, não temos uma matéria dedicada ao assunto.

Já o outro livro, “Projeto de Produto”, de Mike Baxter, diretor do Design Research Centre.

Este é mais voltado para o desenho industrial e a engenharia do projeto do que com a arquitetura e o artesanato do projeto. Ou seja, é uma guia técnico de como ser bem sucedido em projetos de produto!

Esse foi comprado em uma livraria mesmo (Um pouco carinho), não resisti quando vi um livro específico sobre produto! Sempre vejo design em geral, mas este foi o primeiro que vi sobre produto.

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Human Centered Design

capa livro HCD

Um livro feito para criar novas soluções cabíveis dentro de qualquer empresa, como se fosse um “kit” de ferramentas aplicáveis como eles mesmos chamam. Pois o livro guia quem o está lendo, onde este, provavelmente vai por o HCD em prática, a como agir, o que fazer em determinadas situações, quanto tempo dar para cada atividade, como ele é totalmente flexível para ser incrementado outras metodologias, etc.

Eles. Esse é o curioso. Este livro foi financiado pela Fundação Bill & Melinda Gates! Tendo ainda a associação de quatro organizações, sendo uma delas a IDEO.

Além disto o PDF deste está disponível:

http://static2.inovacaoedesign.com.br/artigos_cientificos/hcd_portuguese.pdf

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Design Centrado no ser Humano.

É esta a proposta literal do livro, começar seus trabalhos pelas pessoas para qual você vai criar uma solução.O que elas desejam? É possível por isso em prática? E a viabilidade?

“As pessoas comuns sabem mais do que ninguém quais são as soluções corretas.”

O HCD também é conhecido como Ouvir, Criar e Implementar! Não é algo muito diferente do que já estamos acostumados a ver sobre como prosseguir com um projeto, aqui, apenas é aprofundado como isto deve ser feito!

Pensa-se assim pois “é comum que organizações façam pesquisas e disponham de muita informação, mas não sejam capazes de transformá-las em soluções concretas.processo

Na maioria das vezes fazemos os projetos “confinados” em nossa instituição. A simples atitude de sair para conhecer, conversar, olhar o comportamento das pessoas podem “revelar novos insights e oportunidades inesperadas”. Coisa que devíamos praticar mais, conseguindo assim, um resultado melhor e bem mais aceito.

Um método interessante mostrado no livro é a Auto-Documentação, onde um registro de experiências é feito por parte dos usuários, já que não podemos ficar com os mesmos 24 horas por dia. Permitindo à equipe entender como os participantes vêem suas vidas, a comunidade e seus relacionamentos. Gerando ainda um envolvimento do lado dos participantes que os fazem sentir como parte do projeto.

O que ajuda a filtrar as informações de acordo com o que é desejável para os consumidores e não o que é viável para a empresa. O objetivo, ao incluir os consumidores, é o de mudar e evoluir as soluções, e não provar que elas são perfeitas.

É igualmente importante ter uma “Mente de Principiante”, pois aos entrar nos ambientes que estão fora da nossa zona de conforto é importante se desfazer das interpretações que temos no nosso conhecimento pré-existente.

E com um fácil Plano Cartesiano conseguimos ver se as informações e propostas até agora estão dentro do solicitado.

HCD

Usuários existentes referem-se à classificação dos potenciais clientes do produto ou serviço. Mantendo então as soluções incrementais à frente das revolucionárias, a probabilidade de aplicá-las ao final do processo é maior.

O final do processo! O HCD não fica de fora dessa parte. Todo o contexto se extende após a implementação da ideia, continuar a coletar informações, opiniões, avaliar como as soluções estão afetando a vida das pessoas, etc.

O que no fim das contas, é para isto que estamos aqui, para oferecer um serviço bem feito, com um “antes”, um “enquanto” e um “depois”, não é?

Sem uma análise final, não há evolução da própria capacidade de oferecer soluções, pois não terá o que melhorar se o mesmo não foi atrás para ver o que deu certo e o que não deu.

 

Espero que com essa pequena resenha as pessoas se interessem mais pelo assunto. É um livro curto e daqueles que tem que ficar na cabeceira da cama!

 

 

 

 

 

 

A Natureza no Processo de Design e no Desenvolvimento do Projeto

Olá pessoal!

Há alguns meses eu fiquei de falar sobre alguns livros que comprei sobre Design e todo o mundo que o envolve!

(Para quem não viu ou quer recordar segue o link -> https://efeitodesign.wordpress.com/2015/03/01/penso-logo-leio/ )

Já fiz uma ‘resenha sobre um deles, sobre o Graphic Design Thinking. Agora chegou a vez do segundo!

Aproveitem.

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Escrito pelo Designer industrial, gráfico e Arquiteto, Eduardo Dias, estudioso do Biodesign, o livro que vamos tratar adiante tem como conteúdo a relação da natureza, do homem, da evolução e de tudo o que a tecnologia nos permite criar.

Este livro, para mim, foi uma experiência ambígua, tendo um conteúdo interessante, mas achei-o meio confuso, ele vai e volta várias vezes ao contar as trajetórias do tempo.

É bem ilustrado, o autor expõe muitos termos e assuntos complexos de uma maneira bem explicada e com muitas notas de rodapé.

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“Structure in nature is a strategy for design.” (Peter Pearce 1990)

O livro inicia-se com uma linha do tempo, mostrando as necessidades dos primórdios da humanidade.

Passa-se rapidamente pelas façanhas notáveis da nossa história desda era rupestre, comenta sobre a cópia que o homem faz da natureza na época de Da Vinci e Platão, até a beleza da Art Noveau. Mas são poucas páginas para se falar de tantos trabalhos e pessoas.

“Na Inglaterra da segunda metade do século XIX, a mecanização dos sistemas de produção resultantes do processo de industrialização alimentava a discussão sobre o papel do homem nesse momento e o real valor dos produtos gerados através das máquinas.”

Chegamos então à clássica história do Design, falando sobre Willian Morris, John Ruskin e seus interesses no neogótico e o desprezo pela era industrial.

“Em sua ideologia, buscava a arte ‘do povo para o povo’. ‘Não quero a arte só para alguns, tal como não quero educação ou liberdade só para alguns’ e enfatiza ‘Que interesse pode ter a arte se não puder ser acessível a todos?’ ” – Morris

A partir disto que se iniciou o movimento Arts and Crafts, onde o uso de referenciais da natureza são abundantes. Que influencia também a expansão do Art Noveau e sua aplicação na arquitetura, pinturas, cartazes,além da junção de escolas que apoiavam o movimento.

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“Entre 1896 e 1903, Muthesius havia trabalhado na Embaixada Alemã, em Londres, a fim de estudar as artes domésticas inglesas. Voltou convencido de que o caminho para a arquitetura e a arte eram a simplicidade e a sensatez, o que fez um pioneiro da Sachlichkeit. (Palavra que pode ser traduzida como ‘objetividade’.)

Muthesius acreditava que o futuro do design alemão estava em criar produtos de qualidade – superiores aos produtos industrializados existentes à época” mas ainda assim, industrializados, padronizados.

Mesmo o movimento desta escola ter atraído muitos tutores e seguidores, não quer dizer que os ideais eram os mesmos.

“Muthesius era adepto da padronização (…), a fim de difundir o gosto seguro e aceitável pela maioria. Já Van de Velde era a favor da individualidade e criatividade, da expressividade do caráter artístico, da técnica como um meio e não um fim.”

Ambos os interesses foram afetados e influenciados pelos interesses políticos da Primeira Guerra Mundial.

Já passado um terço do livro, a cronologia que é notável no início não se mantém, pois, ao se preocupar com o aprofundamentos dos temas, expressa-os por inteiro, fazendo com que o leitor tenha que se situar nas indas e vindas dos anos.

“A originalidade é o retorno a origem’ – Antoni Gaudí

“Os jovens foram pela primeira vez levados a sério como uma geração com direitos próprios e não apenas considerados como um estágio intermediário a caminho da idade adulta.” – Droste

Não é necessário de minha parte frisar que o berço do Design é a Alemanha. Bauhaus passa a ser o assunto em questão. (1919 – Weimar / 1925 – Dessau)

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“(…) pode-se dizer que, mesmo tendo a Bauhaus características expressionistas, a natureza também teve seu papel dentro de seus ensinamentos.”

Agora, do meio para o final do livro, o contexto muda-se para o entendimentos dos acontecimentos pós Segunda Guerra Mundial.

Volta a ser citado Da Vinci, seus curiosos estudos sobre como “o Homem poderia ser plenamente capaz de entender as leis e o modo de ‘raciocínio’ da natureza e a emular sua capacidade criativa” e as suas contribuições para a evolução da sociedade.

“(…) esquecemos que nós não fomos os primeiros a construir. Não fomos os primeiros a processar celulose. Não somos os primeiros a produzir papel. Não fomos os primeiros a tentar otimizar espaços compactos, ou à prova d’água, ou a tentar aquecer e esfriar uma estrutura. Não somos os primeiros a construir casas para nossos jovens. O que está acontecendo agora, neste campo chamado biomimética, é que as pessoas estão começando a lembrar que organismos, outros organismos, o resto do mundo natural, estão fazendo coisas muito parecidas com o que precisamos fazer.” – Benyus

“Biomimetismo é a disciplina que busca em estruturas naturais soluções para problemas na engenharia, na ciência dos materiais, na medicina e em outros campos” – Mueller. Sendo esta, a relação das coisas que o homem faz, suas buscas por sempre almejar o perfeito. Fazer mais com menos. Pois esta é uma das atitudes que além de ser um bom negócio nos projetos, no momento, passa a ser uma necessidade!

 

 

Intuição, Ação, Criação – Graphic Design Thinking (PARTE II)

Veja a parte I em

https://efeitodesign.wordpress.com/2015/04/19/intuicao-acao-criacao-graphic-design-thinking-parte-i/

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ESTUDO DO ESPAÇO E COMO TER IDEIAS

Sempre faça um levantamento fotográfico, você pode ver certas coisas nas fotos que não percebeu quando estava no local ou observando um objeto.

As vezes as ideias tem que ser um pouco forçadas para ter resultado, associar coisas improváveis, dar continuidade a uma ideia menos provável e “combinar serviços ou aplicar estilos inesperados pode mudar a nossa maneira de pensar sobre categorias previsíveis.” – Lauren P. Adams e Beth Taylor.

Neste livro não se faltam ideias para estimular a imaginação de seja quem for que queira criar ou planejar algo. Novamente, Osborn nos mostra um conceito engraçado e funcional, de como podemos utilizar os verbos a nosso favor, forçando a manipular e criar alternativas com VERBOS DE AÇÃO.

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“Esses verbos pedem que você manipule seu conceito básico, (…) mesmo uma imagem clichê pode se transformar em algo surpreendentes quando você aplica ações a ela.” – Lauren P. Adams.

“Ao invés de produzir trabalhos inspirados exclusivamente pelo briefing do cliente, os designers devem buscar inspirações e ideias em todos os lugares, (…) as ideias podem surgir de qualquer lugar, mas nada surge do nada.” – Ryan Shelley e Wesley Stuckey.

Criar um banco de dados pessoal é como construir uma biblioteca de onde você pode retirar os componentes à medida que precisa deles.

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SPRINTING

“É uma tecnica que serve para romper com seus próprios hábitos, obrigando-se a criar a solução visual nova em um período de tempo determinado. (…) Quando o tempo é curto, os designers muitas vezes sentem-se mais confortáveis para assumir riscos e experimentar formas alternativas.” – Krikki Xenakis

Esse processo é para ser feito especialmente sem computadores,use revistas, esboços antigos, etc. Faça sessões durante o dia, pois trabalhar em criar ideias interruptamente é exaustivo. Depois de uma boa quantidade de ideias forem geradas, faça pequenos cartões delas e coloque-as uma do lado da outra para poder escolher as melhores.

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“Se você está sentindo que seu trabalho está estagnado (…) esperimente expô-lo em local público.” (Elizabeth Anne Hermann) para ver como se comunica com o ambiente e quais benefícios podem ser retirados ou integrados ao projeto. As vezes só precisamos de reações alheias.

“O bom designer é capaz de sintetizar ideias perfeitas com o mundo imperfeito em que vivem.”

O livro finaliza com alguns pequenos depoimentos em cima de perguntas como “Como entrar no clima?” ou “Como criar forma?”, e para mim, valeu cada centavo.

Intuição, Ação, Criação – Graphic Design Thinking (PARTE I)

Meu bom povo, há um tempo atrás eu disse que adquiri alguns livros e que logo postaria aqui suas respectivas resenhas.

Caso não tenha conferido aquele post ->

https://efeitodesign.wordpress.com/2015/03/01/penso-logo-leio/

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Comecei pelo livro Intuição, Ação, Criação por vários motivos, ele é bem ilustrativo, estou tendo aula de Design Thinking, e me parecia um livro fácil de ler, o que seria útil em uma rotina apertada.

Dito e feito, o livro realmente é de fácil compreensão e gostoso de ler. É um daqueles livros que ganham o direito de ficar na cabeceira da cama, inclusive por ser um livro dinâmico, que ao falar de um assunto ou um método, ele cita em qual página do livro isso já foi explicado, ou que será citado.

Ele foi feito por diversas pessoas, professores e alunos do curso de Design Gráfico do Maryland Institute College os Art (MICA), e foi muito bem feito a ponto de que em nenhum momento me pareceu ter alguma incoerência.

capa livro

“O processo de design, em sua melhor faceta, integra as aspirações da arte, da ciência e da cultura.” – Jeff Smith

Começando direto e reto, a autora explica que o livro é baseado em métodos para serem utilizados ao longo de quaisquer projetos. É uma boa leitura para quem iniciou o ramo, ou tem interesse no design, pois os métodos citados são de um grande auxílio, além de ter ótimas exemplificações.

Nada melhor do que exemplificar com projetos que o próprio MICA propôs;

3419

O projeto 3419 tem como objetivo conscientizar a população de Baltimore a quantidade de moradores de rua que há em suas ruas, de acordo com a contagem feita pela equipe. Contem então, no desenvolvimento do livro, a evolução do projeto desde simples representações até como o projeto funcionaria na prática. Mostrando vários estudos das propostas que foram solicitadas e postas em prática pelos designers de Baltimore para o benefício da própria cidade.

A solução escolhida foi um kit que contém uma fronha para customização do tema 3419, que tem como objetivo mostrar o que é dormir sem ter uma cama.

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BRAINSTORM

“Um problema bem formulado já é meio caminho andado.” – John Dewey

Essa técnica foi criada em 1953 por Alex F. Osborn. Um dos métidos mais livres e amplos onde nenhuma ideia é recriminada e o problema é desmembrado em todas as facetas possiveis.

“Eu tenho um arquivo de esboços bons que não foram usados porque podem, muitas vezes, desencadear uma ideia para outro projeto.” – Luba Lukova

“A ideia certa é muitas vezes o oposta da óbvia.” – Alex F. Osborn

Atraves das Lentes é um sistema que ajuda a visualizar o tema.

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“A essência do Thinking Wrong é romper com nossas próprias convenções ou ortodoxias para gerar o maior número possível de soluções, mesmo que elas pareçam ‘erradas’.” – John Bielenberg

MAPAS MENTAIS

Em 1996 Tony Buzan criou o método dizendo que é um pensamento radiante a partir de uma ideia central.

taxanomia

ESTUDO DO CASO: Baltimarket

Nos primeiros dias de aula do D. Thinking, o professor pediu para trazermos algo relacionado sobre o assunto. Por coincidência, um amigo da sala está lendo o mesmo livro, e o tema principal da aula foi analisar uma das propostas do livro.

Mas, depois da leitura iniciada, ainda me perguntava o que realmente é D. Thinking, e assim foi posto pelo meu professor:

O termo foi lançado pela IDEO, uma organização internacional de design e consultoria existente desde 1991. E nada mais é do que o bom uso das metodologias, focando o olhar pára a necessidade dos usuários (User Centered Design).

É a compreensão dos relacionamentos entre as entidade de um local, como os negócios e os seus sistemas. É usufruir dos meios para chegas às soluções. Sendo então, uma expansão do que um designer faz, ou seja, ir além do produto final seja ele em 2 ou 3D.

BALTIMARKET

Designer foram chamados para fazer um produto onde armazenassem comidas congeladas, pois o supermercado fica muito longe do centro da cidade, e por mais que o mesmo fizesse as entregas sem custo, a qualidade do serviço era baixo, pois os produtos não chegavam frescos e os congelados , derretidos.

A questão envolveu muito mais do que fazer um produto, pois auxiliaram um serviço, criaram interação entre as pessoas da comunidade que iam a biblioteca e podiam mexer nos computadores, com o governo, que é ‘dono’ da biblioteca, para melhorar a comunicação com o supermercado, sendo isto um grande golpe de logística onde foi criado uma marca e um site para este serviço.

Gênesis

Sebastião Salgado

“É uma jornada em busca do planeta como existiu, (…)antes que a vida moderna se acelerasse e nos afastasse do núcleo essencial.” – Lélia Wanick Salgado, presidente do Instituto Terra, esposa, editora de livros e organizadora das exposição de Sebastião

genesis

sebas

No dia de hoje, visitei o MON ( Museu Oscar Niemeyer de curitida, conhecido também como o Museo do Olho.), juntamente com colegas de sala e com nosso professor de História da Arte, para ver a exposição do Sebastião Salgado, fotógrafo brasileiros, nascido em Minas Gerais em 1944.

Todas as suas obras tem a mesma característica notável; sempre monocromáticas, e ainda, mostrando de uma forma incrivelmente tocável, as dificuldades da vida, culturas, tristeza, credos e a natureza.

Em particular, as fotos que compõem Gênesis tiveram como princípio o mundo que ainda não vimos com nossos olhos. A maioria da população mundial é civilizada e mora em grandes cidades, mas ainda há lugares intocáveis onde o homem quase não vai, lugares que ainda tem a essência de todos os primórdios, a lugares que ainda tem o elo entre Vida x Animais x Seres Racionais.

Essas são as fotos que eu mais apreciei:

cauda baleia

Baleias-Franco-Austrais, na baía de Saint Andrews.

Um dos mais belos gigantes animais, conseguem demonstrar sutileza em seu tamanho, conseguem mostrar sua fúria quando provocadas, mas acima de tudo, magestosas.

filhote leao marinho

Filhotes de Elefantes-Marinho-do-Sul.

Sendo fã de History Channel, Discovery e afins, já vi algumas reportagens de exploradores da natureza que conseguiam chegar bem próximo de filhotes dessa raça; pelo simples fato de que sendo filhotes, não tiveram experiência de vida o suficiente para entender o que é perigo, e como eles ficam em berçários, geralmente não muito perto de seus pais, são tranquilos. O que infelizmente torna a sua caça mais fácil, seja de outros predadores, seja de humanos; e focar também se incluem nessa característica.

Um curiosidade:

Vendo essa foto com os próprios olhos, chegando perto, dá para notar o reflexo do fotógrafo nos olhos desse filhote!

geleira

Geleira Perito Moreno – Patagónia Argentina

À um primeiro olhar, a foto pareceu ser de uma paisagem que está perto, por conta das árvores que estão em primeiro plano. Mas logo em seguida você se da conta de que a parte branca da foto é uma imensa geleira, e a sensação de vastidão te invade.

ilha cogumelo

Árvores Baobá, Ilha Cogumelo – Baía de Moramba

A natureza mostrando a sua força em todos os cantos possíveis.

leopardo

Leopardo – Vale do Tio Bara Damaralândia

onça pintada

Onça Pintada, felino das Americas – Rio Tagoarira / Porto Jofre

Ambos os felinos demonstrando seu poder na simplicidade.

~ ° ° ° ~

Há fotos que eu não encontrei nos sites disponíveis do Google,  mas por sorte, tirei fotos dos quatros que eu gostei ( que são os que eu estou citando), caso a memória falhasse.

lemure

Lêmure de Ankarana, Norte de Madagascar, no Parque Nacional.

Um bicho simpático como a maioria das pessoas já devem ter visto. Me trouxe uma extrema sensação acolhedora, onde a natureza não é tão selvagem como se fala.

homem barro

Homem-Lama, Paya – Planalto Ocidental Papua Nova Guiné.

Desde os primórdios, o homem teve a necessidade de se expressar, seja suas opiniões, seja seus credos. E notavelmente, sem a interferência da atualidade, ainda é possível ver essa necessidade.

mutum

Mutum-de-Penacho, Parque Ecológico Baía Bonita – RS

Me encantei com uma ave que vi pela primeira vez. E incrível como parece que características de animais extremamente antigos, ainda prevalecem.

criação

Cerimônia Warine, Bacia do Rio Carinagua – Fronteira da Venezuela com Colômbia.

É uma cerimônia que conta a história da criação de tudo o que conhecemos.

O que me chamou a Atenção, foi o fato de que as entidades representadas com vestimentas iguais, muito provavelmente representando deuses, são três!

Desde a minha infância três divindades que cuidam da criação sempre estão presentes; As Moiras (aquelas que até a Disney já representou), ficam cuidando de uma roda de tecer, onde o fio nela representa a vida, eram as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos.

Há uma história de RPG, que já me contaram brevemente mas não saberei repeti-la, onde a criação foi feita por 3 divindades. E sem contar também as diversas religiões politeístas.

~ ° ° ° ~

Apreciem mais em:

Página no Facebook   https://pt-br.facebook.com/SebastiaoSalgadoGenesis

Resenha do MON sobre a exposição

http://www.museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/exposicoes/sebastiaosalgado

E se eu atingi algum fã com esse post, há o livro dele para vender na livraria Saraiva

http://www.saraiva.com.br/genesis-4877301.html

 

Penso, logo… Leio.

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Olá meu bom povo,

Tenho em mãos agora algumas preciosidades, que pretendo escrever sobre ao longo do tempo. (Me cobrem!)

Da esquerda para a direita:]

A Natureza no Processo de Design e No Desenvolvimento do Projeto;

É escrito pelo Designer industrial, gráfico e Arquiteto, Eduardo Dias, estudioso do Biodesign. Dei uma espiada por cima e o livro poem o design em contexto histórico, falando desde Platão, as grandes guerras e a atualidade, coisas que nos cercaram nos últimos 150 anos e ainda a relação do homem e a natureza e sua influência.

O Negócio do Design;

Feito por mais de meia dúzia de pessoas fala sobre a economia mundial que vive em mudança, da maneira que o design se comportou e se comporta e os objetos que marcaram nossa era.

E o último mas não menos importante:

Intuição, Ação, Criação – Graphic Design Thinking;

Primeiramente venho dizer que estou cursando Design de Produto, poré, tentetando, contudo, but, não vejo nenhum mal em ler coisas de outra área de atuação e nem quero me prender a isto, pois tudo está conectado.

Escrito por Ellen Lupton, mostra muitos métodos de criação que servem de base para qualquer estilo de design. Folhando-o, me senti dentro das minhas aulas, e será ótimo me aprofundar sobre.