Intuição, Ação, Criação – Graphic Design Thinking (PARTE I)

Meu bom povo, há um tempo atrás eu disse que adquiri alguns livros e que logo postaria aqui suas respectivas resenhas.

Caso não tenha conferido aquele post ->

https://efeitodesign.wordpress.com/2015/03/01/penso-logo-leio/

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Comecei pelo livro Intuição, Ação, Criação por vários motivos, ele é bem ilustrativo, estou tendo aula de Design Thinking, e me parecia um livro fácil de ler, o que seria útil em uma rotina apertada.

Dito e feito, o livro realmente é de fácil compreensão e gostoso de ler. É um daqueles livros que ganham o direito de ficar na cabeceira da cama, inclusive por ser um livro dinâmico, que ao falar de um assunto ou um método, ele cita em qual página do livro isso já foi explicado, ou que será citado.

Ele foi feito por diversas pessoas, professores e alunos do curso de Design Gráfico do Maryland Institute College os Art (MICA), e foi muito bem feito a ponto de que em nenhum momento me pareceu ter alguma incoerência.

capa livro

“O processo de design, em sua melhor faceta, integra as aspirações da arte, da ciência e da cultura.” – Jeff Smith

Começando direto e reto, a autora explica que o livro é baseado em métodos para serem utilizados ao longo de quaisquer projetos. É uma boa leitura para quem iniciou o ramo, ou tem interesse no design, pois os métodos citados são de um grande auxílio, além de ter ótimas exemplificações.

Nada melhor do que exemplificar com projetos que o próprio MICA propôs;

3419

O projeto 3419 tem como objetivo conscientizar a população de Baltimore a quantidade de moradores de rua que há em suas ruas, de acordo com a contagem feita pela equipe. Contem então, no desenvolvimento do livro, a evolução do projeto desde simples representações até como o projeto funcionaria na prática. Mostrando vários estudos das propostas que foram solicitadas e postas em prática pelos designers de Baltimore para o benefício da própria cidade.

A solução escolhida foi um kit que contém uma fronha para customização do tema 3419, que tem como objetivo mostrar o que é dormir sem ter uma cama.

3419toolkit_web

BRAINSTORM

“Um problema bem formulado já é meio caminho andado.” – John Dewey

Essa técnica foi criada em 1953 por Alex F. Osborn. Um dos métidos mais livres e amplos onde nenhuma ideia é recriminada e o problema é desmembrado em todas as facetas possiveis.

“Eu tenho um arquivo de esboços bons que não foram usados porque podem, muitas vezes, desencadear uma ideia para outro projeto.” – Luba Lukova

“A ideia certa é muitas vezes o oposta da óbvia.” – Alex F. Osborn

Atraves das Lentes é um sistema que ajuda a visualizar o tema.

lentes

“A essência do Thinking Wrong é romper com nossas próprias convenções ou ortodoxias para gerar o maior número possível de soluções, mesmo que elas pareçam ‘erradas’.” – John Bielenberg

MAPAS MENTAIS

Em 1996 Tony Buzan criou o método dizendo que é um pensamento radiante a partir de uma ideia central.

taxanomia

ESTUDO DO CASO: Baltimarket

Nos primeiros dias de aula do D. Thinking, o professor pediu para trazermos algo relacionado sobre o assunto. Por coincidência, um amigo da sala está lendo o mesmo livro, e o tema principal da aula foi analisar uma das propostas do livro.

Mas, depois da leitura iniciada, ainda me perguntava o que realmente é D. Thinking, e assim foi posto pelo meu professor:

O termo foi lançado pela IDEO, uma organização internacional de design e consultoria existente desde 1991. E nada mais é do que o bom uso das metodologias, focando o olhar pára a necessidade dos usuários (User Centered Design).

É a compreensão dos relacionamentos entre as entidade de um local, como os negócios e os seus sistemas. É usufruir dos meios para chegas às soluções. Sendo então, uma expansão do que um designer faz, ou seja, ir além do produto final seja ele em 2 ou 3D.

BALTIMARKET

Designer foram chamados para fazer um produto onde armazenassem comidas congeladas, pois o supermercado fica muito longe do centro da cidade, e por mais que o mesmo fizesse as entregas sem custo, a qualidade do serviço era baixo, pois os produtos não chegavam frescos e os congelados , derretidos.

A questão envolveu muito mais do que fazer um produto, pois auxiliaram um serviço, criaram interação entre as pessoas da comunidade que iam a biblioteca e podiam mexer nos computadores, com o governo, que é ‘dono’ da biblioteca, para melhorar a comunicação com o supermercado, sendo isto um grande golpe de logística onde foi criado uma marca e um site para este serviço.

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